O tempo não para
Uma reflexão sobre o tempo que avança sem esperar e sobre Ubá, ainda marcada pelos estragos das enchentes enquanto ações concretas tardam. O texto conecta passado, presente e futuro, alerta para 2027 e a próxima temporada de águas e cobra responsabilidade compartilhada entre poder público e sociedade. Procrastinar não é opção quando o tempo não para e a tragédia insiste em voltar.
Sem um FAROL, seguimos à deriva
Passados mais de 60 dias da enchente, Ubá ainda convive com lentidão, incertezas e falta de comunicação clara. Há sinais de retomada, como obras e empresas que resistem, mas sem direção a cidade segue à deriva. O texto defende que, antes de tudo, é preciso um FAROL: comunicação, liderança e orientação para reconstruir, mitigar riscos futuros e inspirar a retomada coletiva.
Gestão de Crise em Ubá: comunicação, responsabilidade e solução coletiva após a enchente
Quase dois meses após a enchente, Ubá ainda convive com ruídos na comunicação, sensação de estagnação e normalização do caos. A ausência de informações claras fortalece boatos e amplia a insatisfação coletiva. A coluna propõe uma reflexão direta: a reconstrução passa pela responsabilidade compartilhada, pela participação ativa da sociedade organizada e pelo fortalecimento de espaços institucionais como a ACIUBÁ, a CMEU e o INTERSIND. Criticar sem participar enfraquece. Construir juntos é o único caminho possível.
A enchente e os sonhos de uma cidade
Quase dois meses após a enchente, Ubá tenta seguir adiante entre ruas ainda fechadas, promessas públicas e improvisos que mantêm a cidade em movimento. A coluna reflete sobre o hábito de conviver com o caos, a espera por reconstrução e a importância da esperança ativa — aquela que cobra, mas também age. Reconstruir a cidade começa em cada um de nós.
A enchente não foi um acidente: reconstruir exige atitude, planejamento e esperança
A maior enchente da história de Ubá escancarou um problema que não pode mais ser tratado como acidente. Diante das perdas, a cidade precisa ir além do imediato e assumir uma reconstrução planejada, com mobilidade urbana, retomada das relações sociais e geração de oportunidades. Ao mesmo tempo, o Estado deve agir não só para reparar danos, mas para mitigar riscos e evitar novas tragédias. Entre fé, esperança e ação, a reconstrução exige atitude coletiva, responsabilidade compartilhada e a decisão firme de não desistir de Ubá.







