Frio e Turismo

O frio transforma viagens em experiências ainda mais especiais. Na Zona da Mata Mineira, serras, pousadas, gastronomia e paisagens encantadoras oferecem opções próximas de Ubá para quem busca descanso, aventura ou bons momentos em família. Destinos como Divinésia, Piacatuba, Mercês e Massambará mostram que não é preciso viajar longe para viver experiências memoráveis. Entre chocolates, cafés, montanhas e hospitalidade mineira, o turismo regional revela riquezas que merecem ser descobertas e valorizadas.

Aprendendo com Thiago Varejo 07 2026

O Almoço Empresarial da ACIUBÁ, patrocinado pelo Sebrae Minas e com apoio de Patrícia Souza, recebeu Thiago Varejo para uma palestra repleta de estratégias práticas sobre vendas, gestão, marketing e relacionamento com clientes. Em uma abordagem direta, destacou a importância do lucro, da gestão de estoque, do treinamento contínuo das equipes e da recorrência de vendas. O evento também reforçou o papel da ACIUBÁ na criação de conexões empresariais, transformando conhecimento, networking e oportunidades em ferramentas para fortalecer os negócios da região.

O Voto Contra o Abandono!

A Zona da Mata Mineira gera riqueza, empregos e desenvolvimento, mas continua enfrentando estradas precárias, obras inacabadas e falta de investimentos. O acesso provisório entre Rodeiro e Astolfo Dutra, que há anos aguarda solução definitiva, simboliza essa realidade. Enquanto o setor produtivo segue fazendo sua parte, a região ainda espera por representantes comprometidos com resultados. Em ano eleitoral, este é o momento de cobrar propostas concretas e unir forças para que Ubá e a Zona da Mata sejam finalmente ouvidas.

Futebol, Estratégia e Fé

A Copa do Mundo continua mostrando que vitórias nascem de muito mais do que talento. O triunfo brasileiro sobre o Japão no último segundo reforçou a importância da persistência e da fé até o apito final. Já a classificação do Paraguai diante da Alemanha revelou o poder da estratégia, da disciplina e da resiliência. Entre emoção, planejamento e superação, o futebol ensina lições valiosas para a vida e para os negócios, onde acreditar, adaptar-se e seguir em frente muitas vezes faz toda a diferença.

Copa do Mundo: mais que futebol, um convite à convivência

Copa do Mundo: mais que futebol, um convite à convivência

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo mostrou que o futebol vai muito além do resultado. Mesmo após sair atrás, o Brasil reagiu com a mágica de Vinícius Júnior, que protagonizou o momento decisivo e trouxe o empate carregado de emoção. Assim, o jogo reforça como um lance pode transformar o sentimento coletivo e conectar milhões de torcedores.
Mais do que técnica, o futebol revela influência, histórias e energia que extrapolam o campo. Nesse cenário, o empate se transforma em celebração. Afinal, o que fica não é apenas o placar, mas a experiência compartilhada, a união entre as pessoas e a capacidade única do esporte de gerar identificação, conversa e convivência.

Quem é de ir, vai: Amazônia, turismo, amizade, celebração e inspiração

Quem é de ir, vai: Amazônia

A coluna Fala Sodré desta semana leva o leitor à Amazônia em uma experiência de turismo que vai além do destino. A viagem revela encontros, amizades, celebração e aprendizado, conectando Manaus, o Rio Amazonas e a Zona da Mata. Com foco em sustentabilidade, convivência e respeito à natureza, o relato mostra que viajar é viver histórias, fortalecer laços e voltar diferente. Afinal, quem é de ir, vai.

Galos da Madrugada

Turismo que pratica esporte

Um final de semana que uniu pedal, amizade e turismo regional. Os Galos da Madrugada encararam 62 km de Ubá a Piacatuba, passando por serras desafiadoras até chegar a um destino de paz, gastronomia e cultura. Entre convivência, fé e descoberta, o grupo conheceu o Museu-Parque Usina Maurício, conectando esporte e história em uma experiência inspiradora na Zona da Mata Mineira.

Política em ano de eleição

O artigo aborda o cenário político em anos eleitorais, destacando o aumento das articulações, promessas e disputas entre candidatos. Analisa o comportamento de lideranças, o impacto das campanhas na população e a necessidade de atenção do eleitor para decisões conscientes, diante de discursos intensificados e interesses em jogo no período eleitoral.

Copa do Mundo 2026

O CLIMA DA COPA DO MUNDO 2026!

A Copa do Mundo 2026 já começa a movimentar o cotidiano antes mesmo do primeiro jogo. Entre conversas, álbuns de figurinha e encontros nas bancas para troca, o evento ganha forma na rotina das pessoas. Mais do que futebol, a Copa revela um movimento cultural que conecta gerações, cria espaços de convivência e transforma, aos poucos, o ambiente das cidades — inclusive em Ubá.

O tempo não para! Coluna Ubá News de Pedro Henriques Guimarães Filho

O tempo não para

Uma reflexão sobre o tempo que avança sem esperar e sobre Ubá, ainda marcada pelos estragos das enchentes enquanto ações concretas tardam. O texto conecta passado, presente e futuro, alerta para 2027 e a próxima temporada de águas e cobra responsabilidade compartilhada entre poder público e sociedade. Procrastinar não é opção quando o tempo não para e a tragédia insiste em voltar.

Sem um FAROL, seguimos à deriva

Passados mais de 60 dias da enchente, Ubá ainda convive com lentidão, incertezas e falta de comunicação clara. Há sinais de retomada, como obras e empresas que resistem, mas sem direção a cidade segue à deriva. O texto defende que, antes de tudo, é preciso um FAROL: comunicação, liderança e orientação para reconstruir, mitigar riscos futuros e inspirar a retomada coletiva.

Gestão de Crise em Ubá: comunicação, responsabilidade e solução coletiva após a enchente

Quase dois meses após a enchente, Ubá ainda convive com ruídos na comunicação, sensação de estagnação e normalização do caos. A ausência de informações claras fortalece boatos e amplia a insatisfação coletiva. A coluna propõe uma reflexão direta: a reconstrução passa pela responsabilidade compartilhada, pela participação ativa da sociedade organizada e pelo fortalecimento de espaços institucionais como a ACIUBÁ, a CMEU e o INTERSIND. Criticar sem participar enfraquece. Construir juntos é o único caminho possível.

A enchente e os sonhos de uma cidade

A enchente e os sonhos de uma cidade

Quase dois meses após a enchente, Ubá tenta seguir adiante entre ruas ainda fechadas, promessas públicas e improvisos que mantêm a cidade em movimento. A coluna reflete sobre o hábito de conviver com o caos, a espera por reconstrução e a importância da esperança ativa — aquela que cobra, mas também age. Reconstruir a cidade começa em cada um de nós.

A enchente não foi um acidente: reconstruir exige atitude, planejamento e esperança

A maior enchente da história de Ubá escancarou um problema que não pode mais ser tratado como acidente. Diante das perdas, a cidade precisa ir além do imediato e assumir uma reconstrução planejada, com mobilidade urbana, retomada das relações sociais e geração de oportunidades. Ao mesmo tempo, o Estado deve agir não só para reparar danos, mas para mitigar riscos e evitar novas tragédias. Entre fé, esperança e ação, a reconstrução exige atitude coletiva, responsabilidade compartilhada e a decisão firme de não desistir de Ubá.

Reconstruir Ubá sem deixar ninguém para trás: quando propósito, união e inovação caminham juntos

Reconstruir Ubá sem deixar ninguém para trás exige mais do que recuperar estruturas. Exige memória, união, inovação e responsabilidade com o futuro. As histórias de Felippe Lima, da Souza Material de Construção, e de Fabrício Urgal, da Fabritecido, mostram dois caminhos complementares da reconstrução: o enfrentamento do trauma, do tempo e das decisões difíceis, e a adaptação criativa ao novo mundo digital. Entre planejamento, comunicação, tecnologia e leveza, surge uma energia positiva que move a cidade. Não esquecer o que aconteceu fortalece a coragem para cobrar limpeza, reconstrução e medidas de mitigação, evitando que novas enchentes assaltem Ubá e seus sonhos.