“Faça Isso Hoje”: a música de Paulo Henrique Costa, de Ubá, que ganhou o Brasil na voz de Elias Mello
A cultura de Ubá voltou ao centro das atenções.
Dessa vez, com música.
Além disso, com propósito.
A canção “Faça Isso Hoje”, composta por Paulo Henrique Costa, compositor da Cidade Carinho, ganhou voz nacional com a interpretação do músico Elias Mello, fenômeno nas redes sociais.
Atualmente, a música já circula em plataformas digitais e emociona públicos de diferentes regiões do país.
Mais do que números, a obra carrega mensagem.
Mais do que alcance, entrega sentido.
O registro dessa história aconteceu em entrevista conduzida pelo repórter Carlos Roberto Sodré, com imagens de Laisa Sodré e geração de conteúdo de Pedro Henriques, da INDICCA.COM.
Durante a conversa, Paulo abriu memórias, relatou processos criativos e falou sobre fé, persistência e amor ao próximo.
“Faça Isso Hoje”: a música de Paulo Henrique Costa, de Ubá, que ganhou o Brasil na voz de Elias Mello










Uma canção simples, direta e profundamente humana
Primeiramente, a força de “Faça Isso Hoje” está na simplicidade.
A letra conversa com o cotidiano.
O arranjo respeita a mensagem.
A interpretação amplia o alcance.
Segundo o compositor, a música nasceu sem estratégia comercial.
Ela surgiu como reflexão pessoal.
“Hoje eu não acho que essa música é minha. Hoje ela é nossa. Ela pertence a quem escuta”, afirmou Paulo Henrique Costa durante a entrevista.
Nesse sentido, a canção convida o ouvinte à ação imediata.
Ela fala sobre dizer “eu te amo”.
Incentiva o cuidado com quem está perto.
Ela provoca reconciliação.
A voz de Elias Mello e o alcance nacional da obra
Posteriormente, a trajetória da música ganhou um novo capítulo.
O cantor Elias Mello, com centenas de milhares de seguidores, gravou “Faça Isso Hoje” e publicou a interpretação em seu canal no YouTube.
O vídeo pode ser assistido neste link oficial:
👉 https://youtu.be/3kBYicxckgQ
A gravação transformou o alcance da obra.
Ela saiu do regional.
Então agora ela entrou no circuito nacional.
Ela chegou a novos públicos.
Sobre esse momento, Paulo relembra a ansiedade do processo:
“Foram meses de conversa. Eu acreditava que aquela letra era diferente. Ela tinha algo profundo. Quando veio o ‘sim’, foi um dos maiores momentos da minha vida.”
Da poesia escolar ao reconhecimento nacional
Antes de tudo, Paulo Henrique Costa escreve desde a infância.
A escrita sempre esteve presente.
A poesia apareceu cedo.
Durante a entrevista, ele lembrou de um episódio marcante:
“Eu tinha dez anos quando escrevi uma poesia na escola. Fiquei em segundo lugar. Aquilo me marcou demais. Foi ali que entendi que escrever era uma paixão.”
A partir daí, a letra virou refúgio.
A música virou canal.
A fé virou direção.
Atualmente, muitas de suas composições surgem de experiências espirituais e reflexões pessoais.
“Não é sentar e falar ‘vou fazer uma música agora’. Muitas ideias vêm quando eu acordo. Eu canto mentalmente. Depois, a letra se constrói.”
Música que atravessa estilos e rompe rótulos
Outro ponto relevante da entrevista foi a versatilidade da composição.
Segundo Paulo, uma letra forte se adapta a diferentes estilos.
Pagode.
Sertanejo.
Gospel.
Popular brasileiro.
“A letra boa hoje você coloca em qualquer estilo. O sentimento continua verdadeiro”, explicou.
Esse fator contribuiu diretamente para a conexão com Elias Mello, cuja identidade musical dialoga com espiritualidade e proximidade com o público.
A fé como eixo criativo e mensagem transformadora
Certamente, a fé ocupa um lugar central na produção de Paulo Henrique Costa.
Entretanto, ela não aparece de forma impositiva.
Ela surge como acolhimento.
Durante a conversa, Paulo destacou um episódio que marcou sua vida:
“Anos atrás, uma pessoa me disse que um dia Deus usaria minhas letras para transformar vidas. Eu guardo isso comigo até hoje.”
Atualmente, ele mantém um canal no YouTube.
Ali, publica conteúdos curtos.
Ali, recebe mensagens diariamente.
Segundo ele, os comentários confirmam o propósito:
“As pessoas escrevem agradecendo. Dizem que a letra tocou de um jeito diferente. Isso não tem preço.”
A música dentro de casa e na relação com os filhos
Além do aspecto público, “Faça Isso Hoje” tem impacto íntimo.
Ela transformou hábitos familiares.
Paulo compartilhou um relato emocionante:
“Depois que essa música surgiu, virou rotina dizer ‘eu te amo’ todos os dias para meus filhos. Isso ficou marcado.”
Esse detalhe reforça a principal mensagem da canção.
O amor não pode esperar.
O cuidado não pode adiar.
O afeto precisa de atitude.
Reconhecimento, responsabilidade e novos sonhos
Com a música em circulação nacional, a percepção de responsabilidade aumentou.
Segundo Paulo, crescer exige consciência.
“Se você subiu um degrau, não pode descer mais. Tem que continuar.”
Mesmo assim, ele mantém os pés no chão.
Ele divide o tempo entre família, trabalho e composição.
Ele não abandona a essência.
Atualmente, seu maior desejo envolve continuidade cultural:
“Eu estou aqui para representar a nossa cidade. Se vier apoio, muita coisa boa ainda pode nascer.”
Cultura local, jornalismo e registro histórico
Por fim, o papel do jornalismo se mostra essencial.
Desta foram a entrevista conduzida por Carlos Roberto Sodré não apenas informou.
Então ela registrou memória.
Desta forma as imagens de Laisa Sodré trouxeram sensibilidade visual.
Neste sentido a geração de conteúdo de Pedro Henriques, da INDICCA.COM. Ou seja organizou narrativa, contexto e alcance digital.
Por consequência juntos, esses elementos transformaram uma entrevista em documento cultural.
“Faça Isso Hoje” como mensagem atemporal
Em síntese, “Faça Isso Hoje” não é apenas uma música.
Ela é um convite diário.
Um lembrete simples.
Assim um chamado humano.
O compositor é de Ubá.
A voz ecoa no Brasil.
A mensagem pertence a todos.
Como disse o próprio Paulo Henrique Costa:
“Hoje essa música não é mais minha. Ela é de quem ouve.”
📚 Cobertura: Carlos Roberto Sodré WhatsApp
📸 Imagens: Laisa Sodré / Felipe Oliveira
📝 Conteúdo: Pedro Henriques – INDICCA.COM WhatsApp
🎓 Evento: “Faça Isso Hoje”: a música de Paulo Henrique Costa, de Ubá, que ganhou o Brasil na voz de Elias Mello.
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