Uma reflexão sobre o tempo que avança sem esperar e sobre Ubá, ainda marcada pelos estragos das enchentes enquanto ações concretas tardam. O texto conecta passado, presente e futuro, alerta para 2027 e a próxima temporada de águas e cobra responsabilidade compartilhada entre poder público e sociedade. Procrastinar não é opção quando o tempo não para e a tragédia insiste em voltar.


