Quase dois meses após a enchente, Ubá ainda convive com ruídos na comunicação, sensação de estagnação e normalização do caos. A ausência de informações claras fortalece boatos e amplia a insatisfação coletiva. A coluna propõe uma reflexão direta: a reconstrução passa pela responsabilidade compartilhada, pela participação ativa da sociedade organizada e pelo fortalecimento de espaços institucionais como a ACIUBÁ, a CMEU e o INTERSIND. Criticar sem participar enfraquece. Construir juntos é o único caminho possível.
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