A enchente e os sonhos de uma cidade

A enchente e os sonhos de uma cidade

Quase dois meses após a enchente, Ubá tenta seguir adiante entre ruas ainda fechadas, promessas públicas e improvisos que mantêm a cidade em movimento. A coluna reflete sobre o hábito de conviver com o caos, a espera por reconstrução e a importância da esperança ativa — aquela que cobra, mas também age. Reconstruir a cidade começa em cada um de nós.

A enchente não foi um acidente: reconstruir exige atitude, planejamento e esperança

A maior enchente da história de Ubá escancarou um problema que não pode mais ser tratado como acidente. Diante das perdas, a cidade precisa ir além do imediato e assumir uma reconstrução planejada, com mobilidade urbana, retomada das relações sociais e geração de oportunidades. Ao mesmo tempo, o Estado deve agir não só para reparar danos, mas para mitigar riscos e evitar novas tragédias. Entre fé, esperança e ação, a reconstrução exige atitude coletiva, responsabilidade compartilhada e a decisão firme de não desistir de Ubá.

Reconstruir Ubá sem deixar ninguém para trás: quando propósito, união e inovação caminham juntos

Reconstruir Ubá sem deixar ninguém para trás exige mais do que recuperar estruturas. Exige memória, união, inovação e responsabilidade com o futuro. As histórias de Felippe Lima, da Souza Material de Construção, e de Fabrício Urgal, da Fabritecido, mostram dois caminhos complementares da reconstrução: o enfrentamento do trauma, do tempo e das decisões difíceis, e a adaptação criativa ao novo mundo digital. Entre planejamento, comunicação, tecnologia e leveza, surge uma energia positiva que move a cidade. Não esquecer o que aconteceu fortalece a coragem para cobrar limpeza, reconstrução e medidas de mitigação, evitando que novas enchentes assaltem Ubá e seus sonhos.

Sua História de Reconstrução ACIUBÁ Enchente que destruíram a Cidade Carinho Ubá

Sua História de Reconstrução

A coluna Sua História de Reconstrução reúne relatos e reflexões sobre trabalho, saúde emocional, cultura e responsabilidades coletivas após a enchente. A partir da história de Martinha Gomides, da escuta da psicóloga Simone Brum e de iniciativas como teatro, Somos IVY e educação financeira, o texto alerta que reconstruir não basta: é urgente criar ações de mitigação. Com recursos anunciados, a cobrança e a parceria com as instituições se tornam indispensáveis para evitar novas tragédias.

Histórias que inspiram a reconstrução sem deixar ninguém para trás

Histórias que inspiram a reconstrução sem deixar ninguém para trás

Histórias que inspiram a reconstrução sem deixar ninguém para trás. Por um lado, a trajetória da Metal Pereira, representada por Débora de Fátima Pereira. Por outro, a experiência da Esporte Legal, liderada por Leandro Lima. Agora, somando forças, a inspiração de Samara Gasparoni, da Grand Pliê. Nesta edição da Coluna Pedro Henriques, três dessas histórias se conectam.

#reconstruirUBÁ

Reconstruir Ubá — quando a força de uma cidade vence a força da água

A reconstrução de Ubá após a enchente de 2026 revela a força da comunidade: quem perdeu tudo encontra coragem para recomeçar, e quem não foi atingido oferece apoio e solidariedade. Além do trabalho físico, é essencial cuidar da saúde emocional, acolher e reduzir críticas. Cada gesto ajuda a cidade a renascer. Reconstruir Ubá é união, empatia e ação coletiva. #ReconstruirUbá