Reconstruir Ubá sem deixar ninguém para trás exige mais do que recuperar estruturas. Exige memória, união, inovação e responsabilidade com o futuro. As histórias de Felippe Lima, da Souza Material de Construção, e de Fabrício Urgal, da Fabritecido, mostram dois caminhos complementares da reconstrução: o enfrentamento do trauma, do tempo e das decisões difíceis, e a adaptação criativa ao novo mundo digital. Entre planejamento, comunicação, tecnologia e leveza, surge uma energia positiva que move a cidade. Não esquecer o que aconteceu fortalece a coragem para cobrar limpeza, reconstrução e medidas de mitigação, evitando que novas enchentes assaltem Ubá e seus sonhos.