Quase dois meses após a enchente, Ubá tenta seguir adiante entre ruas ainda fechadas, promessas públicas e improvisos que mantêm a cidade em movimento. A coluna reflete sobre o hábito de conviver com o caos, a espera por reconstrução e a importância da esperança ativa — aquela que cobra, mas também age. Reconstruir a cidade começa em cada um de nós.
FUNCIONÁRIA DE ESTABELECIMENTO É ABORDADA POR ASSALTANTE EM POSSE DE UM CANIVETE
No dia 28 de Maio, às 18 horas e 03


