Edna, a Sobrevivente: A História Que Marcou a Enchente de Ubá e Comoveu o Brasil

Edna, a Sobrevivente: A História Que Marcou a Enchente de Ubá e Comoveu o Brasil

Edna, a Sobrevivente: A História Que Marcou a Enchente de Ubá e Comoveu o Brasil. A enchente que atingiu Ubá deixou marcas profundas. Casas foram destruídas. Famílias perderam tudo. Ruas sumiram sob a força da água. E, no meio desse cenário, uma história ganhou força, atravessou fronteiras e emocionou o país inteiro: a história de Edna de Almeida Silva, registrada com coragem pelo repórter Carlos Roberto Sodré, com imagens de Laisa Sodré e geração de conteúdo de Pedro Henriques – INDICCA.COM.

Edna, a Sobrevivente: A História Que Marcou a Enchente de Ubá e Comoveu o Brasil

Edna, a Sobrevivente: A História Que Marcou a Enchente de Ubá e Comoveu o Brasil

Um relato que ninguém esperava ouvir

Logo no início da entrevista, Sodré apresenta Edna como aquilo que ela realmente representa: uma sobrevivente. Ela não apenas enfrentou a força de uma enchente sem precedentes; ela resistiu a níveis de desespero que muitos não imaginam existir.

E, com voz firme apesar de tudo, Edna resume o momento em que sua vida mudou:

“Eu só pedi a Deus: não me deixa morrer afogada. Eu não sei nadar.”

A partir daí, cada detalhe transforma o relato em um documento vivo da maior tragédia recente de Ubá.

A noite que virou pesadelo

Antes da enchente tomar a rua, tudo parecia comum. Porém, o primeiro sinal veio quando um vizinho bateu à porta chamando sua atenção:

“Edna, olha na garagem, a água está vindo.”

Nesse momento, ela ainda não imaginava o tamanho da catástrofe. Mesmo assim, chamou o filho Bruno e o companheiro Luciano. Tentaram retirar os carros. Tentaram controlar a situação. Tentaram acreditar que a água pararia — como sempre parou em outras enchentes.

Mas não parou.

A água subiu sem aviso

De repente, a sala inundou. A correnteza ganhou força. As portas não abriam mais. A pressão da água paralisava cada alternativa de fuga.

E então, o momento crítico:

“Eu ouvi um estrondo. Não sei o que foi. Sei que eu caí na água e a água me virou.”

Edna não sabe nadar. A correnteza arrastava tudo — paredes, móveis, vidas.

Nesse instante, ela tomou a decisão que salvou sua vida.

O poste que virou esperança

Enquanto lutava para não ser levada, algo tocou seus pés. Um pedaço do poste. Um ponto de apoio improvável no meio da destruição.

“Eu senti um negócio redondo. Me agarrei no poste.”

A partir daí, começou sua batalha de quase três horas contra a força da água. Uma batalha onde cada segundo equivalia a um fim possível.

E, mesmo assim, Edna resistiu.

O medo de morrer de várias formas

Para quem vê apenas a foto viral, é difícil imaginar o que ela sentiu. A água batia quase na rede elétrica. Carros passavam ao lado dela como brinquedos arrastados pela enxurrada. E, ao mesmo tempo, a escuridão fazia tudo parecer ainda pior.

Edna explica:

“Eu vi a morte de duas maneiras: afogada ou eletrocutada.”

Mesmo assim, ela não soltou o poste. Mesmo sem forças. Mesmo sem saber o que aconteceria com seu filho. Mesmo sem encontrar Luciano.

O socorro que veio do povo

Os bombeiros tentaram, mas não conseguiram chegar até ela naquele momento. A correnteza era forte demais. A rua, intransitável. O perigo, extremo.

Quem conseguiu alcançá-la foram os vizinhos — homens comuns que viraram heróis.

“Um moço gritou: vou te jogar uma corda!”

Ela não tinha mais força nas mãos. Não conseguia segurar. Mesmo assim, conseguiu passar a corda por baixo dos braços. Segurou como pôde. Rezou como nunca.

E esperou a água baixar.

Quando finalmente conseguiu tocar o chão, já eram 5h20 da manhã.

A imagem que viralizou e shockou o país

A foto, registrada por Laisa Sodré, revela Edna perto dos fios de alta tensão. Um registro que arrepia qualquer pessoa que olha.

Segundo Sodré:

“Eu olho para essa foto e sinto o perigo. Sinto o que ela viveu.”

A imagem se espalhou rapidamente pelas redes sociais. E virou símbolo da força de um povo inteiro.

A dor além da sobrevivência

Edna perdeu sua casa. O restaurante. Os bens. Os documentos. Perdeu o pouco que tinha conquistado em anos de trabalho honesto.

Perdeu muito mais do que objetos.

Seu companheiro, Luciano, não foi encontrado no momento da entrevista.

O depoimento sobre isso é um dos mais emocionantes:

“Eu já sabia que o Luciano não estava mais ali. Não sei até agora.”

Essa frase carregada de silêncio pesa como um mundo inteiro.

A força de quem quer recomeçar

Mesmo com tanto sofrimento, Edna repete várias vezes:

“Sobrou a minha vida. É o bem mais precioso.”

Ela reconhece que precisa se reconstruir. Sabe que será difícil. Mas insiste que sua fé a manteve viva — e será essa mesma fé que a fará continuar.

“Deus nunca me abandonou. Minha fé triplicou.”

E essa força inspirou milhares de pessoas.

A cidade reage junto

A entrevista não é apenas uma reportagem. É um documento histórico. É um alerta. É um apelo à solidariedade. É um convite para Ubá se unir em torno dos que perderam tudo.

Sodré, emocionado, reforça a importância disso:

“Vamos seguir com respeito, carinho, empatia, solidariedade. Ubá vai se levantar.”

E se levanta mesmo. A vaquinha, disponibilizada no Fala Sodré, cresce todos os dias. Pessoas ajudam como podem. Empresas se mobilizam. Amigos acolhem uns aos outros.

Porque ninguém atravessa uma tragédia sozinho.

A mensagem final de Edna para o Brasil

No encerramento, Edna deixa um recado que deveria ser ouvido por todo o país:

“Tenham fé. Mas fé verdadeira. E sejam honestos. A honestidade e a fé salvam vidas.”

É uma frase simples. Mas ganha dimensão quando vem de quem segurou a própria vida em um poste durante uma enchente histórica.

Conclusão: Edna não é apenas uma sobrevivente. Ela é um símbolo.

Um símbolo da força de Ubá.
Um símbolo da resiliência mineira.
Um símbolo de como a vida pode renascer mesmo depois da maior tempestade.

E sua história, registrada pelo trabalho responsável de Carlos Roberto Sodré, pelas imagens de Laisa Sodré e pela produção de conteúdo INDICCA.COM, permanece como testemunho vivo de coragem e fé.

📚 Cobertura: Carlos Roberto Sodré WhatsApp

📸 Imagens: Laisa Sodré / Felipe Oliveira

📝 Conteúdo: Pedro HenriquesINDICCA.COM  WhatsApp

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