Carnaval de Ubá 2026: alegria, segurança e história na Avenida do Samba — o olhar do Canal Fala Sodré. O Carnaval de Ubá 2026 fechou a avenida com festa, encontros e muito pertencimento. O Repórter Carlos Roberto Sodré, do Canal Fala Sodré, registrou a folia direto da Avenida do Samba Sebastião Valoz David. As imagens de Laisa Sodré e a produção da INDICCA.COM, com Pedro Henriques, captaram sorrisos, cores e detalhes que contam a história desta edição.
Ali, a Cidade Carinho viveu noites de diversidade cultural, blocos tradicionais e público familiar. Segundo a programação local, a avenida concentrou desfiles, shows e blocos, com destaque para o Treme Terra no domingo, dentro de uma agenda integrada para a região em 2026.
Carnaval de Ubá 2026: alegria, segurança e memória na Avenida do Samba — com a lente do Fala Sodré
Clima de festa e segurança: o Carnaval ganhou as ruas
Logo no início da transmissão, Sodré destacou o clima leve que tomou conta da Avenida do Samba. “Aqui em Ubá, graças a Deus, nenhum registro grave. Nada de tiroteio, nada de crime. Carnaval em paz.”, afirmou o repórter em um dos trechos.
Além disso, a estrutura montada chamou a atenção. “Tem muita gente trabalhando. A equipe inteira se esforçou muito para garantir segurança para quem escolheu pular Carnaval.”, reforçou um entrevistado da organização.
Assim, o evento se consolidou como uma festa familiar, alegre e acolhedora.
Contexto e planejamento: todo mundo na Avenida do Samba
Antes de tudo, a cidade alinhou uma diretriz central: concentrar os blocos na Avenida Valoz David por recomendação técnica da Polícia Militar, priorizando segurança, mobilidade e resposta a emergências. Além disso, a Prefeitura sinalizou reuniões de acompanhamento até a folia.
Por outro lado, a imprensa local reforçou a retomada do pré-carnaval com escolas de samba e a tradição das noites na avenida, conectando comunidade e visitantes. Assim, a “Avenida do Samba” voltou a ser vitrine da festa ubaense.
Cobertura ao vivo: a narrativa do Canal Fala Sodré
Logo no início, a cobertura do Fala Sodré cravou o tom: rua cheia, clima leve, famílias e segurança. Em síntese, Sodré mostrou entrevistas rápidas, personagens da noite e bastidores da organização. Por fim, o especial reuniu histórias que ajudam a explicar por que Ubá ama o Carnaval.
Além disso, a equipe registrou a Avenida do Samba com fluidez. Portanto, as imagens de Laisa Sodré e a edição de conteúdo da INDICCA.COM ampliaram a leitura visual da festa — com identidade local e foco em memória.
Tradição, emoção e pertencimento
Durante as entrevistas, muitos participantes comentaram como vivem o Carnaval de Ubá há décadas. Uma das falas mais marcantes veio de uma moradora cujo depoimento emocionou a todos: “Tenho quase 50 anos vendendo na praça. Conheço cada rosto que passa por aqui. Cada um tem uma história.”
Esse tipo de relato reforça que o Carnaval não se limita ao desfile. Ele fortalece laços, memórias e a identidade cultural da cidade.
As vozes da noite: o que disseram os entrevistados
Alessandra Labanca (Secretária de Cultura e Turismo)
Antes de mais nada, vale lembrar o compromisso público de Alessandra Labanca com a organização e a qualidade do Carnaval, expresso desde 2025, quando a gestão preferiu não fazer desfiles sem planejamento adequado e projeta desfiles estruturados no retorno. “As escolas não conseguiram, por diversos fatores externos, um planejamento eficaz para entregar o Carnaval que o ubaense merece. […] A conjuntura atual impossibilita a realização de um Carnaval eficiente.”
Além disso, a secretaria reforçou para 2026 a concentração dos blocos na avenida, decisão tomada com base em critérios técnicos de segurança e logística.
Leitura editorial: a fala de Alessandra em 2025 ajuda a entender a evolução que desemboca no modelo 2026 — planejado, centralizado e voltado à segurança.
Prefeito Professor José Damato e Vice Cabo Rominho
Em seguida, a cobertura recuperou pontos-chave de entrevistas recentes sobre prioridades da gestão. Na segurança pública, o Vice Cabo Rominho foi taxativo: “A situação da segurança pública em Ubá já se tornou uma prioridade. […] A partir de 2 de janeiro, a nossa equipe estará trabalhando para implementar soluções eficazes para combater essa violência que assusta a todos.”
Ao mesmo tempo, a dupla Damato–Rominho realçou o eixo saúde e investimentos estruturais já anunciados, como o hospital oncológico — agenda que dialoga com a expectativa do público que lota a avenida.
Na avenida, a reportagem do Fala Sodré captou o reflexo dessa confiança: público presente, diverso e familiar, aproveitando a programação.
Salomão Curi (Secretário de Agricultura e Ambiente)
Depois, o Secretário Salomão Curi destacou que cultura e festa também passam por cidade sustentável e campo valorizado. A feira municipal foi lembrada como integradora: “É o grande elo entre o pequeno produtor e o consumidor final.”
Além disso, Curi pontuou metas práticas para 2026: capinadeiras urbanas, “Disque Árvore” para plantio gratuito em calçadas, recuperação de nascentes e do Rio Ubá, e educação ambiental com fiscalização orientadora. Assim, a política pública se encontra com a rua viva do Carnaval. “Estamos cuidando da nossa casa. A maior riqueza que podemos deixar são melhores condições para as próximas gerações.”
Músico Lin Coelho
Na sequência, a cobertura reuniu artistas locais e intérpretes populares. Lin Coelho, presença frequente em projetos culturais e beneficentes na cidade, reforçou — em discurso indireto — a força da música local e o valor do palco da avenida para artistas de Ubá. Em anos recentes, o cantor participou de lives solidárias e ações culturais com transmissão digital, mostrando engajamento com a cena e com causas sociais.
Na prática, a leitura do público foi simples: música boa, som redondo e cara de Ubá na folia.
Intérprete Miucha Trajano
Logo depois, a intérprete Miucha Trajano embalou trechos clássicos e mostrou presença cênica — ponto que a artista já evidencia em outros palcos locais. Em síntese, sua performance dialoga com a memória afetiva do público ubaense.
Na vóz Miucha Trajano o Bloco Treme Terra vai passar
Com isso, a avenida ganhou voz feminina potente e repertório popular, marca registrada das noites de Carnaval.
Homenageada Ana Tereza — Bloco Treme Terra
Também coube espaço à tradição dos blocos. O Treme Terra arrasta foliões há anos e integrou a programação de 2026 aos domingos de Carnaval, reforçando a ideia de bloco familiar e nostalgia de marchinhas. Além disso, o histórico recente mostra homenagens e grande adesão do público.
Assim, a homenagem a Ana Tereza preserva a memória do bloco e inspira novos foliões.
Vereador Paulinho da Saúde
Por fim, Paulinho da Saúde trouxe o olhar da Câmara para o tema atenção à saúde no dia a dia da cidade: “Saúde não espera. A gente tem que correr para avançar o mais rápido possível.”
Além disso, o vereador defendeu proximidade com o povo, esporte para crianças e políticas integradas, agenda que conversa com a família que ocupa a avenida nas noites de festa. “Foi um ano muito produtivo, de muito trabalho. O gabinete sempre esteve de portas abertas para a população.”
O depoimento que virou destaque: ‘Isso não é gasto. Isso é investimento.’
Em uma das conversas registradas por Sodré, um entrevistado explicou o impacto social e emocional da festa:
“Isso nunca foi gasto. Isso é investimento. Quem trabalha também merece se divertir.”
Além disso, ele completou:
“O Carnaval reúne todas as classes sociais. Passa todo mundo por aqui. É democrático.”
Essa visão traduz bem o espírito da Avenida do Samba. Ali, Ubá pulsa diversidade, alegria e convivência.
Programação, blocos e shows: avenida cheia e diversidade
Então, a Avenida Valoz David recebeu as atrações centrais. A agenda regional indicou blocos, DJs, shows e matinês, com o Bloco Treme Terra no domingo à noite e nomes de palco que mantiveram o ritmo alto até a madrugada.
Além disso, a imprensa local mapeou o pré-carnaval com escolas, reforçando o retorno do formato e a gratuidade de eventos. Assim, o Carnaval 2026 consolidou a avenida como espaço plural, seguro e democrático.
Dica do registro: o especial de Carlos Roberto Sodré permite reviver entrevistas, passagens e histórias curtinhas que dão o tom humano da festa. Assista o resumo em vídeo para sentir de novo a energia da avenida.
Desafios enfrentados pela organização
Mesmo com o saldo positivo, Sodré ouviu relatos sobre dificuldades enfrentadas nos bastidores, principalmente relacionadas à logística. Um dos entrevistados comentou:
“A gente passou por alguns imprevistos, mas a festa não pode parar. A família ubaense merece.”
Outro ponto recorrente foi a discussão sobre o fluxo dos desfiles. Alguns grupos relataram momentos de interrupção e reorganização improvisada:
“Fizemos reunião, estava tudo acertado. Mas na hora, o trem parou. A gente teve que negociar de novo.”
Ainda assim, todos concordaram que a edição trouxe lições importantes para 2027.
A força do registro audiovisual
As imagens captadas por Laisa Sodré e o trabalho de produção da INDICCA.COM, representada por Pedro Henriques, enriqueceram a cobertura. Várias entrevistas mencionaram a importância crescente da fotografia e do vídeo para preservar a história da cidade.
Um fotógrafo experiente, entrevistado por Sodré, revelou:
“O registro ajuda até na organização do ano seguinte. Ele mostra o que funcionou e o que pode melhorar.”
E completou:
“Quando faço uma foto que dispensa legenda, eu sinto que acertei.”
Esse depoimento enfatiza o papel da comunicação como ferramenta de memória e planejamento.
Histórias que só o Carnaval revela
O Canal Fala Sodré valorizou personagens simples, humanos e reais. Entre eles, a ambulante Carolina, que trocou a pipoca pela venda de escovinhas neste ano:
“Meu público é mais infantil. Trabalho aqui há muitos anos.”
Outra figura marcante foi o entrevistado que trabalha há mais de 40 anos em sua produção:
“Dificilmente fico em casa em datas festivas. Sempre estou na rua, trabalhando, atendendo as pessoas.”
Esses relatos mostram que o Carnaval é feito por quem vive dele e por ele.
Encontros que emocionam
Durante a cobertura, Sodré se deparou com reencontros inesperados. Uma senhora reconheceu o repórter pelo nome e contou com orgulho que viu muitas gerações de ubaenses crescerem diante de sua barraca.
A frase que resumiu esse momento foi:
“Cada um tem uma história. E eu vi muitas começarem aqui.”
Essa espontaneidade explica por que o canal atrai tantos seguidores: ele mostra Ubá como ela realmente é.
O olhar jornalístico de Carlos Roberto Sodré
Sodré conduziu a cobertura com equilíbrio, emoção e senso crítico. Ele destacou:
“É preciso prudência. Ficar de fora e jogar pedra é fácil. Estar lá dentro, decidindo, é que é difícil.”
Além disso, reforçou a responsabilidade de toda a imprensa local:
“Tem que melhorar muito o nível. A gente precisa elevar a comunicação da cidade.”
Essas falas demonstram maturidade jornalística e comprometimento com a verdade.
Carnaval, democracia e igualdade
Uma das reflexões mais profundas registradas na Avenida do Samba veio de um entrevistado que conectou Carnaval, eleições e vida:
“O Carnaval mostra que somos todos iguais. É um momento democrático de convivência.”
Essa perspectiva deu ainda mais sentido ao evento deste ano, marcado por respeito, diversidade e convivência tranquila.
Segurança, logística e aprendizado
Sobretudo, a decisão de centralizar os blocos na avenida veio para organizar fluxos, melhorar a resposta de emergência e evitar conflitos de itinerário. A medida somou-se às forças de segurança, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal, em alinhamentos prévios.
Além do mais, o debate sobre planejamento e qualidade do Carnaval, aceso em 2025, explica o salto de organização visto em 2026. Em outras palavras, a cidade aprendeu com o processo e entregou uma festa mais clara, centralizada e segura.
Tecnologia, gestão e futuro
Em meio às entrevistas, representantes da administração municipal comentaram investimentos futuros:
“Estamos adquirindo ferramentas para reforçar a segurança da cidade. Vamos complementar o trabalho humano, não substituir.”
Além disso, prometeram mais reuniões e planejamento antecipado:
“Quanto mais conversa, mais organização. O Carnaval melhora.”
O compromisso com melhorias animou foliões e profissionais.
A beleza da cultura registrada para o futuro
Ao final da noite, Sodré resumiu:
“Ver pessoas felizes é saúde.”
A frase ecoou pelo ar da Avenida do Samba. Enquanto isso, as câmeras de Laisa captavam sorrisos, e a produção da INDICCA.COM organizava conteúdo que certamente ficará marcado como memória audiovisual do Carnaval ubaense.
Conclusão: um Carnaval que marcou Ubá
O Carnaval de Ubá 2026 mostrou que tradição, segurança, alegria e organização podem caminhar juntas. Com o olhar atento do Canal Fala Sodré, o registro sensível de Laisa Sodré e a produção técnica da INDICCA.COM, essa edição entrou para a história como uma das mais humanas dos últimos anos.
A Avenida do Samba se tornou palco de reencontros, celebrações familiares e histórias que ultrapassam a folia. O Carnaval terminou, mas o registro — esse fica para sempre.