Carnaval Seguro em Ubá: Polícia Militar explica mudanças e reforça ações preventivas. A segurança pública segue como prioridade no Fala Sodré, do Portal Ubá News. E, com o Carnaval se aproximando, o tema ganha ainda mais relevância. Nesta edição, o repórter Carlos Roberto Sodré visitou o Comando da Polícia Militar em Ubá. O objetivo foi entender as mudanças estratégicas adotadas para garantir tranquilidade aos foliões em 2026. As imagens são de Laisa Sodré, e o conteúdo é produzido por Pedro Henriques, da INDICCA.COM.
Carnaval Seguro em Ubá: Polícia Militar explica mudanças e reforça ações preventivas

A seguir, você confere a análise completa e otimizada do que foi discutido.
Mudanças no Carnaval 2026: Por que elas acontecem
Logo no início da conversa, o comando da PM explicou que não houve improviso. Pelo contrário. As decisões nasceram de análises técnicas, reuniões com órgãos envolvidos e estudo aprofundado do cenário atual.
Para o Major responsável, a mudança de local não aconteceu ao acaso. Ele afirmou com clareza:
“Essa mudança não foi feita de forma aleatória. Fizemos uma avaliação de riscos e vimos que o formato dos anos anteriores não convia para 2026.”
Essa afirmação reforça o ponto-chave: as transformações partem de dados, histórico e inteligência policial.
Avaliação de risco e a escolha pela Avenida do Samba
Em seguida, a PM destacou que o antigo formato do Carnaval criava barreiras ao controle e à segurança.
“Nós entendemos como opção mais viável levar o evento para um local em que consigamos aplicar medidas de segurança como cercamento físico, busca pessoal e reconhecimento facial.”
Ou seja, a Avenida do Samba não foi apenas uma escolha logística. Ela permite:
- controle de acesso,
- instalação de tecnologias de monitoramento,
- atuação integrada entre órgãos de segurança,
- redução do fluxo desordenado nas vias centrais.
A mudança gerou opiniões diversas, como ocorre em qualquer alteração cultural. Mas, segundo o Major:
“A maioria já aceita bem essa mudança.”
Fatores que influenciaram a decisão
Outro ponto discutido foi o impacto dos acontecimentos em outras cidades da região, como o caso de Rio Pomba, que teve episódios graves em eventos anteriores.
O Major da PM esclareceu:
“Não trabalhamos com fatos isolados. Observamos todo o contexto da região. O caso de Rio Pomba tem peso, mas não foi determinante sozinho.”
Isso mostra que a avaliação se baseia em matrizes de risco amplas, que consideram:
- histórico de apreensões,
- casos de violência,
- potencial de conflitos,
- movimentação de grupos específicos,
- presença de armas e substâncias ilegais.
Sodré lembrou que, em anos anteriores, houve apreensão até mesmo de granadas de guerra. O comando confirmou o fato, mas explicou que não se tratou de apreensão durante o Carnaval, e sim de ações relacionadas a indivíduos que poderiam gerar riscos.
A PM reforça que o objetivo é prevenir, não apenas reagir.
Integração entre órgãos: peça essencial da estratégia
Durante a entrevista, destacou-se que Carnaval não é responsabilidade de um único órgão. Pelo contrário, envolve uma grande rede.
O Major enfatizou:
“Tem bombeiros, polícia civil, Ministério Público, Judiciário, prefeitura, Guarda Municipal. Todos estão trabalhando para a segurança de todos.”
Essa integração permite decisões mais rápidas, ações combinadas e compartilhamento de informações estratégicas.
Planejamento antecipado e análises contínuas
Outra informação relevante veio do Capitão, ao explicar que a PM faz trabalho antes, durante e depois dos eventos.
“Realizamos avaliações prévias, laudos e estratégias. E continuamos monitorando mesmo após o evento terminar.”
Esse ciclo completo de vigilância garante:
- mapeamento de áreas mais sensíveis,
- ajuste de efetivo,
- melhor cobertura territorial,
- detecção antecipada de ameaças.
Além disso, áreas de maior risco já estão devidamente identificadas. Segundo o comando:
“Trabalhamos com planejamento responsável e ações que resultaram em forte redução dos crimes violentos em 2025.”
Folião consciente: participação da população é essencial
A PM aproveitou o espaço do Fala Sodré para reforçar um ponto importante: segurança pública é responsabilidade compartilhada.
O Major orientou:
“A população pode denunciar qualquer situação. Basta ligar para o 181, com total sigilo.”
E completou incentivando postura cidadã:
“Se você sabe de alguém com uma ideia perigosa, converse. Muitas vezes alguém sabia e não avisou.”
O apelo reflete uma realidade: informação é a primeira barreira contra riscos.
Investigação em andamento: Polícia age rapidamente
No dia da entrevista, ocorreu um crime na cidade. Sobre isso, a PM informou que já havia imagens e diligências em curso.
“Nossa equipe já trabalha para identificar e prender os envolvidos”, destacou o comando.
A resposta rápida demonstra que o trabalho não para, mesmo com a proximidade de um grande evento.
Mensagem final da Polícia Militar à população
Encerrando a visita, a PM deixou uma mensagem direta e otimista:
“Queremos que todos tenham uma ótima festa. Vamos trabalhar para garantir resultados positivos.”
E reforçou:
“Participe do Carnaval de forma consciente. A segurança de todos depende também da sua atitude.”
Conclusão: Carnaval 2026 será mais seguro
O Carnaval de Ubá passa por mudanças importantes. E essas mudanças têm fundamento técnico, responsabilidade social e foco na prevenção. A entrevista conduzida por Carlos Roberto Sodré, com imagens de Laisa Sodré e conteúdo produzido por Pedro Henriques (INDICCA.COM), deixa claro que a segurança está no centro das decisões.
A PM demonstra preparo, planejamento e estratégia. E, com o apoio da população, Ubá terá um Carnaval mais seguro, organizado e acolhedor para todos.
📚 Cobertura: Carlos Roberto Sodré WhatsApp
📸 Imagens: Laisa Sodré
📝 Conteúdo: Pedro Henriques – INDICCA.COM WhatsApp
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