Anderson Badaró e o poder da criação coletiva: música, arte e identidade ubaense. Uma conversa sobre talentos e propósito. Antes de tudo, vale destacar a energia contagiante de Anderson Badaró, artista ubaense que transita entre a música, o audiovisual e a produção cultural. Em uma entrevista conduzida por Carlos Roberto Sodré, o bate-papo trouxe à tona reflexões sobre a força da criação coletiva e o papel da arte como instrumento de transformação social.
Anderson Badaró e o poder da criação coletiva: música, arte e identidade ubaense

Logo no início, Badaró destacou que a criatividade é um caminho compartilhado. Segundo ele, cada pessoa traz uma característica única para o processo, e o segredo está em reconhecer essas diferenças como um valor. “Cada um tem sua forma de fazer, sua batida, sua história. Quando a gente entende isso, o resultado é sempre mais verdadeiro”, afirmou o músico.
Da música ao documentário: múltiplas linguagens
Em seguida, o artista contou sobre sua trajetória marcada por experimentações. Desde os primeiros grupos musicais até projetos de documentário, Anderson sempre buscou integrar sons, imagens e narrativas. Para ele, a música e o audiovisual se completam, permitindo que a mensagem alcance mais pessoas.
Além disso, Badaró ressaltou o quanto o ambiente ubaense é fértil para a produção cultural. “Ubá tem muita gente talentosa, que sabe fazer, que cria, que inventa. O que falta, às vezes, é oportunidade e união”, destacou. Nesse ponto, o repórter Carlos Roberto Sodré observou que a cidade tem se tornado um berço de iniciativas criativas, que unem artistas de diferentes áreas em torno de causas comuns.
Entre a inspiração e o desafio
Por outro lado, Badaró reconhece que viver de arte ainda é um desafio. Ele falou sobre os altos e baixos da carreira artística e sobre como a paixão pela música o mantém firme. “É instável, mas é verdadeiro. A música é o que me move. Quando estou tocando, produzindo, gravando, é onde encontro sentido”, disse.
Assim, a conversa revelou um artista consciente da realidade e, ao mesmo tempo, otimista quanto ao futuro. De acordo com ele, a chave está em transformar as dificuldades em combustível criativo. Com isso, cada obstáculo se torna uma oportunidade de reinventar a própria trajetória.
Comunicação e identidade local
Além da música, Badaró destacou a importância da comunicação como ferramenta de identidade. Segundo ele, projetos como o Canal Fala Sodré têm papel essencial em dar visibilidade às vozes da Zona da Mata. “Quando a gente fala da nossa gente, da nossa cultura, estamos preservando o que somos. E isso tem um valor imenso”, enfatizou.
Carlos Roberto Sodré reforçou que esse é exatamente o propósito do canal: dar espaço às histórias reais, aos talentos locais e às iniciativas que inspiram. Ele lembrou que o Fala Sodré é mais que um canal de entrevistas — é uma ponte entre quem faz e quem quer ver acontecer.
Mais que uma entrevista, um encontro de ideias
Por fim, o encontro entre Anderson Badaró e Carlos Roberto Sodré foi mais que uma entrevista — foi um diálogo sobre essência, propósito e pertencimento. Assim, a conversa deixa uma mensagem inspiradora: a arte é um caminho de construção coletiva, onde cada som, palavra e gesto formam uma parte da história que Ubá escreve todos os dias.
Portanto, o recado de Badaró ecoa como um convite: criar é viver em movimento. E, como lembrou Sodré, “é através da cultura que mantemos viva a chama do que somos”.
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📚 Cobertura: Carlos Roberto Sodré WhatsApp
📸 Imagens: Laisa Sodré
📝 Conteúdo: Pedro Henriques – INDICCA.COM WhatsApp
🎓 Evento: Anderson Badaró e o poder da criação coletiva: música, arte e identidade ubaense


