Fala Sodré: Edna, a Sobrevivente — A História de Fé, Coragem e Milagre Que Comoveu Paula Cândido. A força de uma sobrevivente transforma qualquer cenário de tragédia em um testemunho vivo de esperança. Assim nasce a história de Edna, registrada pelo repórter Carlos Roberto Sodré, com imagens de Laisa Sodré e geração de conteúdo de Pedro Henriques – INDICCA.COM.
Neste relato emocionante, Edna mostra ao Brasil como a fé move montanhas. E mostra também como o instinto humano resiste quando tudo parece perdido.
Fala Sodré: Edna, a Sobrevivente — A História de Fé, Coragem e Milagre Que Comoveu Paula Cândido

A tragédia que marcou a cidade
Logo após o desastre causado pela enxurrada em Paula Cândido, famílias tentavam entender o que havia acontecido. O cenário lembrava filmes de destruição. Objetos, carros, troncos e restos de casas desciam com violência pela correnteza.
No entanto, entre todos os relatos, a história de Edna se destacou.
Ela não enfrentou apenas a força da água. Ela encarou o medo da morte, o risco da rede elétrica, o peso do desespero e a dor da incerteza.
E sobreviveu.
O encontro com o repórter Sodré
Durante a entrevista, Edna respirou fundo várias vezes antes de falar. A memória ainda doía.
Mas ela estava ali. De pé. Viva.
Logo no início, ela disse algo que marcou todos:
“Eu só estou aqui porque Deus me colocou naquele poste. Ele mandou um anjo para me salvar.”
A frase sintetiza toda a intensidade daquele momento.
Segundo ela, a cena parecia impossível de superar. Mas, apesar da dor, Edna decidiu contar tudo. Porque contar também cura.
A força da fé no momento mais difícil
A enxurrada arrastou tudo. Levou casas, móveis, veículos e memórias.
Mas Edna lutou. Cada minuto grudada naquele poste virava uma eternidade.
Ainda assim, ela repetia para si mesma:
“Senhor, me dá força. Não deixa eu me soltar.”
E, segundo ela, Deus respondeu.
A fé, aliada à coragem, manteve Edna viva. E manteve firme o anjo que apareceu para socorrê-la: Fábio, um morador que se arriscou para segurar Edna e ajudá-la a resistir até a água baixar.
O momento em que tudo mudou
Edna contou que não percebeu como chegou ao poste.
A correnteza era tão forte que a jogou de um lado para outro.
Mas, quando ela abraçou o poste, a vida ganhou outra chance.
Ela explicou que, naquele instante, já estava de frente para a enxurrada.
A água batia com tanta força que tirava seu ar.
Os pés escorregavam.
O corpo cansava.
A mente gritava.
Mesmo assim, ela disse:
“Eu sabia que não podia soltar. Não tinha escolha. Ou eu ficava ali ou eu morria.”
Além da água, havia outro risco: a rede elétrica.
Ela temia morrer eletrocutada.
Mas continuou orando.
O anjo chamado Fábio
Fábio, um morador da região, correu para ajudar.
Ele viu Edna sendo arrastada e decidiu arriscar a própria vida.
Segundo Edna, ele foi um enviado.
Ela afirmou:
“Esse menino para mim é um anjo. Deus colocou ele ali para me segurar.”
E realmente segurou.
Segurou até o fim.
Segurou até o corpo dela parar de tremer.
Segurou até a água baixar.
Os objetos que desciam como projéteis
Durante a entrevista, Fábio relembrou cenas impressionantes.
Ele descreveu o que viu passando na enxurrada:
- Geladeiras
- Botijões de gás
- Motos
- Carros
- Madeiras
- Móveis
- Entulho de casas
Segundo ele, cada objeto poderia ter atingido Edna com força mortal.
Mas nenhum acertou.
Para Edna, isso não foi coincidência.
Ela repetiu várias vezes:
“Nossa Senhora Aparecida colocou a mão.”
A coragem silenciosa de um sobrevivente
Outro personagem dessa história chamou atenção: Carlos, também sobrevivente.
Ele segurou Edna, ajudou Fábio e tentou manter todos vivos.
Mesmo com água batendo no peito.
Mesmo com medo.
Mesmo sem forças.
Ele repetia:
“Calma. Segura firme. Nós vamos sair daqui.”
Essas palavras viraram um mantra para Edna.
A proteção de Nossa Senhora Aparecida
Edna sempre foi devota.
Mas, depois dessa tragédia, sua fé se multiplicou.
Ela declarou:
“Agora eu tenho duas datas de nascimento. Uma de 1969. Outra de 24 de fevereiro de 2026.”
Para ela, Nossa Senhora Aparecida atuou diretamente naquela noite.
E sua gratidão se mostrou em cada frase da entrevista.
A dimensão do milagre
Enquanto Sodré conduzia a entrevista, ficou evidente que cada palavra de Edna carregava emoção.
E também um sentimento maior: o de renascimento.
Ela afirmou que não reclama de nada.
Não reclama do calor.
Não reclama da chuva.
Não reclama da lama.
Agora, ao contrário, agradece.
Porque, segundo Edna:
“Quando Deus te dá uma segunda chance, você aprende a ver a vida de outro jeito.”
Vivendo após o trauma
A vida continua.
A dor também.
Mas Edna segue em frente.
Ela contou que ainda sente medo.
Sente calafrios ao passar pelo local.
Mas prometeu que não vai parar.
Com a voz firme, ela disse:
“Eu vou continuar vivendo. Deus me deu um propósito. Eu vou descobrir qual é.”
A mensagem final de Edna ao Brasil
Antes de encerrar, Edna deixou um conselho.
Um conselho simples, mas profundo.
Ela disse:
“Seja honesto. E tenha fé.
Se você for honesto, você tem tudo.
Se tiver fé, você tem muito mais.”
Essas frases encerraram a entrevista com força e esperança.
Conclusão: a história que inspira uma cidade inteira
A tragédia em Paula Cândido marcou muitas famílias.
Mas também revelou heróis.
Revelou união.
Revelou fé.
A história de Edna se tornou um símbolo.
Um lembrete de que a vida é frágil, mas também resistente.
E um testemunho de que milagres acontecem quando menos esperamos.
O registro de Carlos Roberto Sodré, com imagens de Laisa Sodré e conteúdo produzido pela INDICCA.COM, preserva essa memória para sempre.
E mantém viva a certeza de que a fé transforma, protege e salva.
Fala Sodré: Edna, a Sobrevivente — A História de Fé, Coragem e Milagre Que Comoveu Paula Cândido
Hashtags sugeridas (SEO e alta relevância)
#EdnaASobrevivente
#FalaSodré
#MilagreEmPaulaCândido
#NossaSenhoraAparecida
#HistóriasQueInspiram
#TragédiaEmMinas
#Sobrevivência
#ForçaDaFé
#CoragemQueSalva
#EnxurradaMG
#JornalismoHumano
#INDICCA
#CarlosRobertoSodré
#LaisaSodré
#PedroHenriques


