“Vamos dar um basta na violência”: Cabo Rominho detalha ação policial e fala sobre política em 2026. A entrevista do programa Fala Sodré, conduzida pelo repórter Carlos Roberto Sodré, trouxe uma das conversas mais impactantes do ano sobre segurança pública em Ubá e região. Com imagens de Laisa Sodré e geração de conteúdo de Pedro Henriques (INDICCA.COM), o encontro revelou detalhes inéditos sobre a ação policial que resultou na prisão dos suspeitos envolvidos no assalto à residência do ex-secretário de Educação, professor Samuel Gazola.
Logo no início, Cabo Rominho foi direto.
“Vamos dar um basta na violência”, afirmou, reforçando a necessidade de ampliar ações preventivas, inteligência policial e participação ativa da população.
“Vamos dar um basta na violência”: Cabo Rominho detalha ação policial e fala sobre política em 2026
A operação policial que mudou o rumo do caso
Para contextualizar, o assalto ocorreu pela manhã. O professor Samuel, sua família e seus bens foram rendidos e ameaçados. Além disso, equipamentos eletrônicos, objetos pessoais e o carro da família foram levados pelos criminosos.
Porém, a resposta da segurança pública foi rápida.
Cabo Rominho explicou que estava acompanhando outras operações quando recebeu o alerta. Ele contou:
“Fiz contato imediato com o comandante da Polícia Militar. Repassamos o caso para a Copom. Com as informações levantadas, a polícia conseguiu localizar o veículo e iniciar o acompanhamento.”
E então veio o ponto decisivo.
“Tivemos a sorte da aeronave da Polícia Militar estar na região. Também usamos drones. Com isso, conseguimos cercar e prender os suspeitos.”
Essa sinergia entre tecnologia, efetivo policial e informação rápida foi determinante para garantir a prisão dos envolvidos ainda no mesmo dia.
O papel da comunidade: vizinhos foram fundamentais
Durante a entrevista, Rominho destacou que a participação de moradores foi essencial.
Ele reforçou:
“A população ajudou muito. Algumas pessoas indicaram a movimentação estranha. A polícia não chega sozinha. A informação é a base de tudo.”
Inclusive, o repórter Sodré leu a mensagem enviada pelo próprio professor Samuel, agradecendo à polícia e aos vizinhos que prestaram socorro. Em suas palavras:
“Agradeço imensamente o excelente trabalho da polícia militar e toda dedicação desde o primeiro momento.”
O secretário reforçou que o tratamento dado ao professor foi o mesmo dado a qualquer vítima.
“Eu trato todos iguais. Não importa quem seja.”
A suspeita de articulação interna e o alerta político
Um trecho da entrevista chamou atenção pela gravidade da informação revelada.
Segundo Cabo Rominho:
“Durante o crime, um bandido chamava o outro por ‘Damato’. Isso é muito estranho. O professor Samuel é primo da esposa do Danato. Alguém pode ter passado a rotina da família. Isso pode ter sido um crime político.”
Essa declaração abriu novas frentes de debate.
O secretário afirmou que a Polícia Civil já está aprofundando as investigações e que o caso envolve mais que apenas a dupla presa.
Ele alertou:
“Esses bandidos não chegaram lá sozinhos. Alguém levou, alguém mostrou o local, alguém passou a rotina. Isso tem que ser esclarecido.”
O avanço da criminalidade e o uso de facções na região
A entrevista também entrou em temas mais amplos sobre a segurança regional.
Cabo Rominho comentou o aumento de crimes violentos, o uso de armas pesadas e a presença crescente de facções na Zona da Mata.
Ele disse:
“Infelizmente são novos tempos. Antes o crime era furto de bicicleta. Hoje invadem residências, fazem reféns e usam fuzis.”
Além disso, reforçou a importância da Lei Antifacção, recentemente aprovada:
“Esse projeto é um avanço. Precisamos apertar o cerco. As leis antigas davam muita facilidade para quem deveria estar preso.”
Olho Vivo, câmeras e tecnologia contra o crime
Entre as propostas em andamento, o secretário destacou a ampliação do sistema de monitoramento da cidade:
“Vamos colocar câmeras nas entradas e saídas da cidade, com identificação veicular. Quando um carro roubado entrar, vamos saber.”
Mas ele fez questão de explicar a dificuldade e a burocracia:
“Não é só comprar e instalar. Tem norma, tem licitação, tem processo. Mas estamos avançando.”
Participação da população: a chave para conter o avanço da violência
Durante toda a entrevista, uma mensagem se repetiu:
“A polícia precisa da ajuda da população.”
O secretário insistiu que denúncias anônimas, observação de movimentações suspeitas e colaboração diária fazem diferença.
E alertou:
“Os criminosos não se teletransportam. Eles passam por ruas, por matas, por propriedades rurais. A população vê. E quando repassa, salva vidas.”
O passo para 2026: Cabo Rominho assume pré-candidatura
No encerramento, Sodré perguntou sobre 2026.
O secretário não fugiu do tema:
“Sou pré-candidato a deputado estadual.”
E completou:
“Sabemos o caminho. Sabemos o que um deputado pode fazer por Ubá e região. Mais viaturas, mais efetivo, mais comarca, mais estrutura. E eu peço a oportunidade.”
A fala marcou o tom político do final da entrevista, alinhando segurança pública e representatividade legislativa.
Conclusão: firmeza, transparência e pressão contra a violência
A entrevista reforçou um compromisso claro: Ubá e região não aceitarão passivamente o avanço da criminalidade.
Como disse Cabo Rominho:
“Vamos dar um basta na violência.”
Com operações intensificadas, tecnologia aplicada, população participativa e investigação rigorosa, a cidade vive uma nova fase de enfrentamento direto ao crime.
E com a pré-candidatura em pauta, a segurança pública entra definitivamente no centro do debate político de 2026.
📚 Cobertura: Carlos Roberto Sodré WhatsApp
📸 Imagens: Laisa Sodré
📝 Conteúdo: Pedro Henriques – INDICCA.COM WhatsApp
🎓 Evento: “Vamos dar um basta na violência”: Cabo Rominho detalha ação policial e fala sobre política em 2026



