Semana do Advogado no UNIFAGOC: Ministra Edilene Lobo destaca ética e inclusão na era da Inteligência Artificial
Durante a Semana do Advogado no Centro Universitário Governador Ozanam Coelho (UNIFAGOC), o jornalista Carlos Roberto Sodré, do Canal Fala Sodré, conduziu uma entrevista marcante com a Ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edilene Lobo. O encontro reuniu estudantes, professores e profissionais do Direito em Ubá para debater os impactos da tecnologia na justiça e na sociedade.
Inteligência Artificial e Direito: uma nova fronteira
A ministra abordou os avanços da inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, e sua aplicação no campo jurídico. Ela explicou que esses sistemas são capazes de produzir textos, responder perguntas e até criar apresentações. No entanto, alertou para os riscos de erros e distorções, conhecidos como “alucinações algorítmicas”.
Diversidade e segurança nos algoritmos
Por isso um dos pontos centrais da fala da ministra foi a crítica ao viés presente em sistemas de reconhecimento facial. Segundo ela, muitos desses algoritmos não reconhecem adequadamente rostos negros ou femininos, o que pode gerar injustiças em contextos de segurança pública.
“A inteligência artificial generativa é fruto da inteligência humana. Ela precisa ser treinada com dados diversos, reais e representativos da sociedade. Se os dados forem enviesados, a máquina reproduz preconceitos. Por isso, é urgente discutir regulação, ética e inclusão no desenvolvimento tecnológico. A tecnologia deve servir à democracia, aos direitos humanos e à justiça.”
— Ministra Edilene Lobo, durante entrevista no UNIFAGOC
Educação como ferramenta de transformação
Por este motivo a UNIFAGOC foi reconhecido por sua excelência acadêmica e por formar profissionais comprometidos com a ética e a inovação. Assim a ministra destacou que a educação é o caminho para transformar o futuro. Posto que instituições como o UNIFAGOC têm papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e preparados para lidar com os desafios da tecnologia.
Regulação e responsabilidade social
Posto que a entrevista também trouxe à tona a necessidade de regulamentar o uso da inteligência artificial. Em outras palavras a ministra citou exemplos de empresas que já desenvolvem tecnologias avançadas, como robôs com úteros eletrônicos. Ainda alertou para os riscos de um desenvolvimento sem controle ético.
Desta forma ela defende que o progresso tecnológico deve ser guiado por princípios de justiça, inclusão e respeito aos direitos humanos.
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